O que foi solicitado?
A polícia e as defesas apresentam argumentos e pedem providências. Cada pedido tem um autor e ainda precisa ser examinado.
BANCO MASTER · BRB · STF
Das primeiras medidas às decisões do Supremo. Uma leitura guiada para entender a sequência e conferir o que está nos documentos.
O acervo acompanha uma investigação sobre suspeitas ligadas a operações entre Banco Master e BRB. Reúne pedidos da polícia e das defesas, decisões judiciais e respostas de instituições.
A história passa pelas primeiras medidas na Justiça Federal, pela chegada das investigações ao STF e pelas decisões posteriores. Aqui, você pode acompanhar essa sequência sem precisar começar pelos números dos processos.
A polícia e as defesas apresentam argumentos e pedem providências. Cada pedido tem um autor e ainda precisa ser examinado.
A decisão registra o que a Justiça acolheu ou negou. Pode atender a uma parte do pedido e estabelecer condições.
Uma decisão pode ser confirmada, revista ou suspensa. Por isso, a data e os acontecimentos seguintes fazem parte da leitura.
Quais suspeitas estavam sendo investigadas e quais foram as primeiras medidas?
Em novembro de 2025, a Justiça Federal autorizou buscas, medidas sobre bens, prisões e afastamentos para investigar suspeitas em operações entre Banco Master e BRB. O Banco Central anunciou regimes especiais para instituições do grupo Master, em atos administrativos próprios.
Separa o objeto da investigação das primeiras providências. Decisões judiciais e medidas do Banco Central têm funções distintas neste acervo.
O que a defesa pediu e o que o Supremo decidiu sobre a investigação?
A defesa de Daniel Vorcaro pediu a transferência das investigações ao STF, alegando uma questão envolvendo parlamentar. Em dezembro, Dias Toffoli acolheu parte do pedido e confirmou a supervisão do Supremo, mantendo as decisões anteriores.
Mostra a diferença entre o argumento da defesa e a decisão sobre quem supervisionaria a investigação. Essa etapa não decidiu culpa.
Como a investigação buscou novas provas entre março e maio?
A Polícia Federal apresentou novos pedidos. André Mendonça autorizou buscas, bloqueios, preservação de dados, interceptações e prisões em decisões separadas. Preservar dados, acessar conteúdo e prender alguém são medidas diferentes, descritas nos respectivos documentos.
Permite acompanhar o caminho entre um pedido policial e uma autorização judicial, sem confundir hipótese investigativa com conclusão comprovada.
Como a Justiça examinou as medidas e os pedidos dos presos?
Após as prisões, houve audiências de custódia e revisão das medidas pela Segunda Turma. O STF também autorizou acesso a dados e examinou pedidos de liberdade e condições de custódia. Esses atos não equivalem a um julgamento definitivo das acusações.
Ajuda a distinguir audiência de custódia, confirmação de uma decisão por vários ministros e análise dos pedidos apresentados pela defesa.
O que foi determinado em setembro e o que mudou no dia seguinte?
Um novo procedimento recebeu o número 16.662 e teve o sigilo retirado. Em 8 de setembro, André Mendonça determinou afastamentos na Polícia Federal. Em 9 de setembro, Edson Fachin suspendeu a decisão e o andamento do processo.
A decisão de afastamento precisa ser lida junto de sua suspensão. O acervo citado não informa o resultado da sessão convocada para 15 de setembro.
Os marcos selecionados chegam a 9 de setembro de 2026. A sessão convocada para 15 de setembro aparece nos documentos como uma previsão; seu resultado não integra as fontes citadas.
Pesquise nomes, assuntos e expressões dentro dos documentos.